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Reflexão sobre o Dia Internacional da Mulher!

2021-06-22-11-21-44-438

Edu Admin

março 8, 2017
Jornalista e Educadora

Elas estudam por mais tempo e são maior número nas unidades escolares e educacionais, de acordo com pesquisas em nível nacional, como as divulgadas pelo IBGE.

Mesmo assim, as mulheres continuam pouco representadas nos cargos de comando na política, nas escolas, nas grandes empresas, e, apesar das inúmeras campanhas públicas e também feitas por empresas privadas, ainda são vítimas de preconceito e diversas formas de violência.

É esse cenário que o Dia Internacional da Mulher tenta reverter por meio de reflexão.

Mas… por que em pleno século 21, quando as mulheres trabalham, são independentes e apresentam desempenho profissional, pessoal e emocional igual ou melhor que os homens, o mundo insiste nesse ranço absurdo que é o machismo?

Sim, o machismo enrustido ou declarado continua forte não apenas nas formas promoções de empregados nas empresas, como permanece reproduzido nas gestões públicas, na rua, em casa e nas escolas.

O mais engraçado é que poucas áreas são tão femininas quanto a da educação.

Não é necessário ser bom observador para perceber que há um número bem maior de professoras do que professores, principalmente nos Ensinos Fundamental Um e Dois, e mais funcionárias do que funcionários em colégios.

Apesar disso, o Brasil não tem representatividade em cargos de destaque nessa área. Tivemos, até agora, em toda a história, somente uma Ministra da Educação.

Trata-se da advogada Esther de Figueiredo Ferraz, que ocupou a pasta no governo do general João Figueiredo, de 24 de agosto de 1982 a 15 de março de 1985.

Durante a permanência dela no cargo, regulamentou a emenda que estabeleceu percentuais mínimos obrigatórios para a aplicação na educação dos recursos arrecadados em impostos.

Infelizmente, a pouquíssima representação das mulheres nos postos de comando da educação nacional pode ser explicada por uma questão estrutural e, claro, cultural: embora as mulheres sejam ampla maioria nas unidades escolares e educacionais, as nossas escolas  não apenas reproduzem como produzem o machismo que vemos na sociedade brasileira.

Pois é… a maioria das escolas, que apenas reflete os valores da nossa sociedade, deveria, na verdade, alterá-los, moldá-los.

Mas para fazer isso, precisamos de uma total mudança na mentalidade de gestores e da educação oferecida por essas mesmas escolas, que têm visão míope sobre o tema.

Ao invés de ser um espelho da sociedade, elas deveriam priorizar os valores da cidadania. É a escola e a educação que transformam um País, extinguindo as graves falhas na formação dos seres humanos, como as que geram o preconceito, falta de respeito, ausência de ética e de cidadania, que é o que vemos hoje em toda a sociedade.

Questões seculares como as que jogam no submundo as discussões sobre gênero, raça, opção sexual passam pelo mesma premissa: a cidadania, ou melhor, no caso, pela total ausência dela.

Enquanto as nossas escolas não pautarem sua educação por essas premissas, continuaremos tendo o machismo, homofobia, racismo e outros problemas tão comuns a nós, todos os dias.

Crianças bem orientadas não irão reproduzir absurdos, ainda que vejam isso em casa.

Infelizmente, os próprios pais, salvo exceções, ainda hoje oferecem educação diferenciada para as meninas e para os meninos.

Muitas mulheres ainda criam meninos machistas e meninas submissas, já que apenas reproduzem a educação que receberam sem qualquer questionamento sobre o que estão fazendo.

Mudar atitudes dá trabalho sim e exige raciocínio: é preciso questionar o que se faz. Para mudar é preciso entender o que recebemos e avaliar se tudo aquilo realmente é válido e se vale ser reproduzido.

Pais e mães que educam meninas de um jeito e meninos de outro, dando mais liberdade e mais poderes aos filhos homens, estão reproduzindo o machismo. E escolas que não falam dessa questão diariamente com exemplos, exercícios e atividades lúdicas, na tentativa de alterar essa visão, também.

Que tal então pensarmos mais, refletirmos no que fazemos no nosso dia a dia, em como criamos nossos filhos e filhas, nos conceitos e exemplos que passamos a eles?

Que tal usarmos mais esse Dia Internacional da Mulher para pensarmos os motivos pelos quais nós, mulheres, não entramos de sola no mundo político, almejando não cargos menores, mas os máximos, para melhorarmos o nosso futuro e da nossa sociedade?

O Dia Internacional da Mulher não é só de receber elogios e flores: é dia de receber respeito, e respeito para todos os demais 364 dias do ano.

Um detalhe sórdido da nossa história recente que precisa ser amplamente conhecido, divulgado, combatido e repudiado:

No que diz respeito à paridade de gênero, a Unesco, no relatório sobre o programa “Educação Para Todos 2000-2015”, que estabeleceu metas globais para as políticas educacionais para o mundo, advertiu sobre o Brasil: “As conquistas obtidas não significam que a situação de opressão das mulheres tenha sido eliminada da vida pública ou privada brasileira, por isso mesmo são ainda imprescindíveis políticas públicas para mulheres e meninas. Estas são necessárias tanto no sentido de estimular sua participação em áreas de conhecimento e atuação onde sua presença é menor, como de proteger sua integridade física em risco de violência e assédio moral.”

Na tentativa de alterar esse cenário, no dia 9 de setembro de 2015, o Ministério da Educação editou uma portaria que instituiu o Comitê de Gênero.

Mas sabem o que ocorreu poucos dias depois? Em 21 de setembro do mesmíssimo ano, o mesmo MEC cedeu à pressão feita pela Frente Parlamentar Evangélica e pela Frente Parlamentar Católica, e substituiu o órgão pelo mega-genérico Comitê de Combate às Discriminações. Surreal? Sim… surreal.

A ideia do Comitê de Gênero era formular políticas educacionais direcionadas ao combate ao machismo e sexismo tão enraizados na nossa sociedade.

8 de março: um dia para pensarmos!

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O objetivo da palestra é abordar a Inteligência Artificial e os impactos dela na educação. A AI já está entre nós e entre os nossos estudantes, então, como a escola deve se movimentar para integrar a AI e oferecer aprendizagem significativa para os alunos?

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  • Inteligência Artificial: benefícios e desafios para a educação
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O objetivo da palestra é mostrar os fundamentos gerais da Avaliação de Aprendizagem; diferenças entre avaliar e examinar; intencionalidades e momentos da avaliação de aprendizagem e premissa fundamentais da avaliação como processo de inclusão.

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  • Conceitos sobre avaliação de aprendizagem
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  • Parâmetros e instrumentos úteis à avaliação de aprendizagem
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  • Importância do processo avaliativo como mecanismo de retroalimentação do processo de ensino e de aprendizagem
  • Elementos e estratégias de inclusão em meio a processos avaliativos
  • Promoção da ideia de que o processo avaliativo considera e valoriza diferenças durante a aprendizagem
  • Destacar a importância da avaliação formativa e das devolutivas pedagógicas (feedbacks)
  • Desenvolver o olhar avaliativo cujo foco é o estudante

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Cidadania digital em sala de aula e fora dela

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O objetivo é levar aos educadores as principais problemáticas da cidadania digital aplicada ao contexto escolar, como a proteção à privacidade, a segurança da informação, acessibilidade, o ecossistema da vida civil digital, o combate a violências online e o uso de recursos educacionais abertos e gratuitos, conectando-os à BNCC e as diretrizes da Educação Profissional e Tecnológica, com foco no desenvolvimento do trabalho com crianças e jovens.

Responsável:
Sandhra Cabral

E-mail de contato: cursos@educarparasergrande.com.br

Roteiro da palestra

  • Apresentar aos educadores o conceito de cidadania digital e sua relação transversal com a educação básica e também do ensino médio, por meio de leis e marcos legais no Brasil a respeito do uso de internet
  • Abordar a proteção básica e enfrentamento de violências na
  • Internet, como bullying, divulgação de vídeos particulares na rede ou ameaças
  • Compartilhar sugestões de atividades práticas sobre segurança e cidadania digital 
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  • Responsabilidade e cidadania no uso da internet, por meio do letramento informacional

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Comunidade de Prática Virtual para atualização profissional docente e de gestores dentro das escolas

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Objetivo da palestra é capacitar docentes, coordenadores e gestores a atuarem em Comunidades de Prática Virtual para construção de novos conhecimentos, pesquisas, rubricas, formas diferenciadas de avaliação; desenvolvimento de novos protocolos ou melhoria dos já existentes; aperfeiçoamento de ações de aprendizagem ou desenvolvimento de novas práticas; apropriação de novas tecnologias; solução de problemas; e monitoramento de novos projetos.

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Roteiro da palestra

  • Conceito, aplicabilidade e objetivos de uma CoPV
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  • Comunidade de Prática Virtual na Prática

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Gestão da Comunicação Escolar com foco na melhoria do processo de aprendizagem

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O objetivo é revelar os benefícios da gestão da comunicação escolar para uniformizar, engajar e gerar proatividade por parte da equipe de docentes, funcionários, pais, comunidade escolar e alunos, quando ela é gerida da forma correta.

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Roteiro da palestra

  • Gestão da Comunicação Escolar: o que é e qual é a sua finalidade
  • Impactos positivos da boa gestão da comunicação escolar para o processo de aprendizagem
  • Impactos positivos da boa gestão da comunicação escolar para o engajamento e geração de proatividade de docentes, funcionários e pais
  • Ferramentas e estratégias para implementar uma gestão da comunicação escolar de excelência na escola e/ou na rede de ensino
  • Prática: usando a gestão da comunicação escolar para equacionar problemas no processo de ensino e de aprendizagem

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Comunicação assertiva, não-violenta e escuta ativa a favor do processo de aprendizagem

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Apresentar aos docentes e gestores educacionais a relevância da boa comunicação com os estudantes para o sucesso do processo de ensino e de aprendizagem. No caso de gestores, reflexo da boa comunicação para o engajamento da equipe.

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  • Comunicação Assertiva, Comunicação Não-violenta e Escuta ativa: conceitos
  • Diferença e objetivos de cada uma delas na educação
  • Como desenvolvê-las no dia a dia da escola (com estudantes e pais)
  • O que muda no processo de aprendizagem a partir da boa comunicação e da escuta ativa
  • Uso da Escuta Ativa e da Comunicação Não-violenta na resolução de conflitos, desavenças, problemas provocados por ruídos comunicativos e no combate ao bullying
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Educação não-sexista: necessária para um futuro igualitário entre os gêneros

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O objetivo é apontar caminhos de como levar a educação não- sexista para a educação formal, de forma transversal, com a finalidade de desconstrução de conceitos e padrões preconceituosos e violência de gênero.

Responsável:
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Roteiro da palestra

  • Educação não-sexista: o que é
  • Porque a escola do século XXI deve promover a equidade entre os gêneros no ensino formal
  • Educação não-sexista e os padrões de preconceito perpetuados pela escola e pelos pais
  • Como levar a educação não-sexista para a rotina das aulas de forma transversal e naturalmente
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Aprendizagem por meio de projetos: porque adotá-los e como desenvolvê-los em linha com a BNCC

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O objetivo é apresentar aos docentes e gestores educacionais a aplicabilidade da aprendizagem por meio de projetos e os projetos integrados interdisciplinares nas séries da educação básica, para o desenvolvimento das competências e habilidades da BNCC e nos itinerários formativos do Ensino Médio.

Responsável:
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Roteiro da palestra

  • O que é aprendizagem por meio de projetos e quais os impactos positivos dessa metodologia no processo
  • Projeto integrado interdisciplinar e seu objetivo na educação
  • Porque a aprendizagem por projetos e os projetos integrados interdisciplinares estão em linha com a BNCC e itinerários formativos do ensino médio
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Educação Midiática, Inteligência Artificial e Novos Letramentos na prática docente

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O objetivo é apresentar aos docentes e gestores educacionais a importância de preparar crianças e jovens para o uso intencional da internet, como ela funciona, riscos a que estão submetidos nas redes, e como identificar e descontruir notícias falsas. Impactos dos algoritmos, bolhas e Inteligência Artificial nos conteúdos pesquisados na web.

Responsável:
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E-mail de contato: cursos@educarparasergrande.com.br

Roteiro da palestra

  • Letramento digital e letramento informacional: o que é, para que serve e como incluí-los nas disciplinas transversalmente
  • Educação midiática: o que é e para que serve
  • Entendendo como realizar pesquisas assertivas e altamente producentes na internet
  • Como funciona a internet: algoritmos e bolhas nas redes sociais digitais
  • O que é fake News, indústria de produção de notícias falsas e como se propagam
  • Impacto nocivo das fakes News na sociedade
  • Identificação de notícias falsas: como desconstruí-las para encontrar o conteúdo verdadeiro 
  • Desmistificando a Inteligência Artificial e como impacta conteúdos pesquisados e ações na Internet

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Educomunicação na prática docente: estratégias para o desenvolvimento de competências e habilidades do século XXI

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Educomunicação na prática docente: estratégias para o desenvolvimento de competências e habilidades do século XXI

Duração palestra: 60 minutos
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Essa palestra tem por objetivo apresentar aos docentes e gestores escolares o processo de ensino pela e para a mídia, que utilizado com apropriação e intencionalidade, engaja os estudantes na construção de conhecimento, desenvolvendo também competências e habilidades listadas pela BNCC, como análise crítica e analítica, capacidade de trabalho em grupo, cultura digital, argumentação, protatividade e autonomia, engajamento e comunicação.

Responsável:
Sandhra Cabral

E-mail de contato: cursos@educarparasergrande.com.br

Roteiro da palestra

  • O que é educomunicação?
  • Quais os papéis da educomunicação no processo de ensino e aprendizagem?
  • Características de um professor educomunicador
  • Como inserir as estratégias da educomunicação no ensino formal de transversalmente nas disciplinas ou em projetos
  • Educomunicação, BNCC e Ensino Médio: aplicação prática

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